Olavo Bilac – Wikipédia, a enciclopédia livre
Biografia
- jornalista, contista, cronista, poeta, Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, Guerra do Paraguai, São Paulo, Gazeta Acadêmica, Euclides da Cunha, Astrojildo Pereira, Serpollet, Rio de Janeiro, RJ, A Imprensa, A Leitura, Branco e Negro, Brasil-Portugal, Azulejos, Atlântida, Artur Azevedo, Diário de Notícias, Coelho Neto, Manuel Bonfim, Poesias, Obra poética de Olavo Bilac, Floriano Peixoto, Deodoro da Fonseca, O Combate, estado de sítio, Fortaleza da Laje, Alberto de Oliveira, edema pulmonar, insuficiência cardíaca, Cemitério de São João Batista: Homem estudou muito, não gostou medicina, bateu carro, preso por falar mal do chefe, morreu velho.
Participação cívica e social
- Hino da Bandeira, Príncipe dos Poetas Brasileiros, Parnasianismo, Tríade Parnasiana, Fon-Fon, Alberto de Oliveira, Raimundo Correia, Brasil, Universidade de São Paulo: Poeta ficou famoso, convenceu rapazes para guerra, virou professor importante.
Principais obras
- Obra poética de Olavo Bilac, Hino à Bandeira, Guimarães Passos: Homem escreveu muitos livros, mandou ver nas letras.
Língua Portuguesa
- parnasiano, Soneto, versos decassílabos heróicos, língua portuguesa, Camões, [Gilberto Mendonça Teles](https://pt.wikipedia.org/wiki/Gilberto_Mendonça Teles), Caetano Veloso, análise semântica, metáfora, línguas neolatinas, latim vulgar, Lácio, paradoxo, oratórias, canções de ninar, orações, louvores, vocativo, Grandes navegações, Os Lusíadas: Poeta escreveu sobre a língua, disse que ela é flor bela e triste, latina e forte.
Trabalho como tradutor
- Max und Moritz, Wilhelm Busch, alemão: Traduziu travessuras de meninos, trocou nomes para Juca e Chico.